“Por isso nunca ficamos desanimados. Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia. E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento.” 2 Co.4:16-17

 Prezadas e Prezados!

Depois de seis meses convivendo com a Pandemia de COVID-19 precisamos aprender a conviver com a presença do vírus. No último mês houve mudanças no cenário da gestão da pandemia no Estado do Rio Grande do Sul, especialmente na área de abrangência do nosso Sínodo, que compreende a grande Porto Alegre, praias e região carbonífera. A opção do Governo do Estado do Rio Grande do Sul pela cogestão da pandemia com os municípios e regiões está baseada nas diferentes realidades da proliferação do Coronavírus. Isto significa que o Estado dá as diretrizes gerais e os municípios, conforme a sua realidade, fazem a orientação legal para as atividades presencias possíveis na sua área. 

A Diretoria do Conselho Sinodal, seguindo o modelo do Governo Estadual, orienta que as paróquias e comunidades façam a gestão local para a volta gradual de atividades presencias, conforme a situação e realidade local, a partir do mês de setembro de 2020. Alguns municípios estão com bandeira vermelha e outros com bandeira laranja, com tendência para o amarelo. Devido a estas diferenças, precisamos nos adaptar, lembrando que essas cores podem se alterar a cada nova semana na revisão feita pelo Governo do Estado. Sob bandeira vermelha no município recomendamos não realizar celebrações públicas. 

Algumas paróquias abrangem mais de um município. Mesmo dentro da paróquia é preciso seguir as decisões dos municípios. Significa que uma comunidade de uma paróquia pode ter alguma atividade presencial e outra não. 

Orientamos que aguardem os primeiros 15 dias do mês de setembro para iniciarem as atividades presenciais. A maioria dos municípios está com bandeira vermelha (alto risco de contaminação) com tendência de baixa e controle aceitável. Usem esse período para a elaboração adequada dos protocolos, aquisição de equipamentos, preparação das instalações, treinamento das equipes e orientações aos membros para o momento da retomada gradual das atividades presenciais. Cada paróquia ou comunidade deverá ter o seu próprio protocolo elaborado pelo Presbitério, de preferência com ajuda técnica de profissional de saúde. O protocolo deverá ser exposto de forma visível na entrada de cada espaço físico a ser utilizado para encontros presencias. 

Os protocolos locais devem sempre levar em consideração as decisões municipais, as orientações das autoridades sanitárias e médicas. Importantíssimo seguir as orientações da IECLB para a música, liturgia de Santa Ceia e Batismo, celebrações de sepultamento e consolo aos familiares. Os protocolos de cuidados sanitários devem contemplar no mínimo: o número máximo de pessoas e a distância entre elas, determinada pelo PPCI e edital municipal para cada espaço físico, a forma como será feita a higienização e ventilação, a obrigatoriedade do uso de máscara, medição de temperatura com termômetro digital e uso do tapete sanitizante e álcool em gel obrigatório na entrada de cada ambiente. 

Cuidados com grupos de risco em reuniões presencias: Se o decreto, emitido pelas autoridades governamentais proíbe pessoas do grupo de risco a participarem de atividades presenciais, é necessário que se faça a conscientização prévia e sejam disponibilizados cartazes nos templos ou locais de encontros, orientando a não participação das pessoas que se encontram em vulnerabilidade. Esta atitude não trará impactos judiciais futuros, pois cada um, cada uma, tomará sua própria decisão de participar ou não. É importante desaconselhar a presença em atividades presencias de pessoas com mais de 60 anos; mulheres gestantes; pessoas diabéticas; pessoas hipertensas; pessoas com insuficiência renal crônica; pessoas com doença respiratória crônica (asma, DPOC...); pessoas com doença cardiovascular; pessoas com imunidade baixa; pessoas em tratamento de câncer; pessoas com deficiência e restrições respiratórias; dificuldades nos cuidados pessoais; condições autoimunes e doenças crônicas. (OMS) 

Recomendamos que as crianças do culto infantil voltem às atividades presenciais somente quando, no município, houver autorização para o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas. O Ensino confirmatório e a JE seguem a mesma orientação.

 É preciso escolher a forma de acessar o local da atividade presencial, se com inscrição prévia ou por livre acesso. Caso optarem por livre acesso, agir com sensibilidade quando o número de pessoas atingir o teto do PPCI ou da orientação do número de pessoas por espaço. 

Somos uma igreja inclusiva, que testemunha o amor de Cristo pelo ser humano. Ele abraça, acolhe os doentes e necessitados que buscam sua ajuda. A IECLB, seus Sínodos, Paróquias e Comunidades testemunham a fé nele através da proteção, inclusão e acolhimento de todos e todas. No entanto, estamos num tempo de excepcionalidade e a proteção à vida é a maior responsabilidade que temos como seguidores de Jesus Cristo. 

Sejamos pacientes e tolerantes, acolhendo de forma gradual e segura a todos e todas! Que o amor e a misericórdia de Deus nos acompanhem!


P. Carlos E. M. Bock                                                                Marcos Sebastião Baum
Pastor Sinodal                                                                      Presidente da Diretoria Sinodal






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