“Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé.” Gálatas 6.10


A Igreja Evangélica Luterana em Angola precisa de sua ajuda!

Convidamos você a contribuir e proporcionar melhores condições para as comunidades angolanas.

Missão Angola: por quê?

A guerra civil em Angola, que durou até 2002, causou grandes danos às instituições públicas e sociais do país. A grave situação econômica inviabiliza um apoio governamental efetivo a instituições de cunho social. Há hospitais sem medicamentos e equipamentos básicos. Há escolas que não têm livros; é comum que faltem recursos para que as pessoas realizem seus trabalhos. 


A IELA


A IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DE ANGOLA – IELA, conta com 59 mil membros, 73 pastores e pastoras, 17 evangelistas, 37 diáconos e diáconas e 11 missionários e missionárias (dados de 2017). Criar uma Igreja com sede em Angola só foi possível 99 anos após o primeiro batismo. O Pastor Presidente da IELA, Bispo Tomás Ndawanapo, fala de “uma História marcada por perseguições, prisões e martírio”. Deus sustentou a sua obra e hoje temos uma Igreja que testemunha o Reino de Deus junto às populações que nunca ouviram falar d’Ele.


Conheça mais sobre esta história


Desde 1866, missionários que vieram da Alemanha e Finlândia, tentaram levar o Evangelho para as pessoas em Angola. Assim, aconteceram, em 1892 e nos anos seguintes, 1200 batismos, que deram início a uma área missionária da Missão da Finlândia.

Mas,  por motivo da Primeira Guerra Mundial, os missionários finlandeses tiveram que deixar Angola, e um bom número de cristãos emigraram para a Namíbia, o país vizinho ao sul de Angola. Estes, por sua vez, estabeleceram congregações na Namíbia. 

Só em 1933, os cristãos evangélico-luteranos retornaram da Namíbia para Angola. Eles começaram a pregar o Evangelho no Sul, assistidos pela Igreja Evangélica Luterana da Namíbia (ELCIN).

 Em 1954, a ELCIN enviou o primeiro pastor, Rev. Sinson Ndatipo, para Angola, que fundou, em 1955, a missão luterana de Namayaka. 

Sete anos depois,em 1962, foi possível o envio do segundo Pastor, Rev. Noé Ndeutapo. A Igreja em Namíbia escolheu este pastor, porque nasceu como filho de um casal angolano que havia emigrado à Namíbia devido os maus tratos e da perseguição pelos portugueses. Noé Ndeutapo fundou, após três anos de trabalho em Angola, em 1965, a CONGREGAÇÃO EVANGÉLICA LUTERANA DE SHANGALALA. Um ano depois foi clandestinamente preso pela polícia portuguesa por ser pastor evangélico e ficou, primeiramente, uma noite na cadeia em Ondjiva, que estava cheia de água, e, depois, durante seis meses, na prisão em Lubango. Noé Ndeutapo, após sair da prisão, ficou responsável pela missão em Angola.

Escolas e centros de saúde eram planejados, mas nunca foram construídos devido às imposições colonialistas e a falta de recursos financeiros próprios. 

Em 1973, novamente vieram missionários enviados da Sociedade Missionária Finlandesa. E apesar dos conflitos no país, foi construída, em 1973, no sul do país, em Shangalala, perto de Xangongo, na província de Cunene, a primeira Escola Bíblica. E dois anos depois, foi iniciada a chamada "Obra Médica".

Até 1991, todo trabalho era feito como atividade de Missão da Igreja da Namíbia (ELCIN). Finalmente, em 1991 foi possível criar um Igreja luterana autônoma em Angola, que ficou  com o nome de  Igreja Evangélica Luterana de Angola = IELA. Seu primeiro Pastor Presidente era o P. Rev. Noé Ndeutapo. 

Desde 2003, o P. Rev. Tomás Ndawanapo, que estudou teologia em São Leopoldo, está coordenando o trabalho da IELA; desde 2011, atua como Bispo.

A maioria das comunidades da IELA está no meio rural. De novembro a abril, chove bastante e muitos locais ficam inacessíveis. Há pouca geração de renda. Faltam escolas e hospitais. Os altos índices de analfabetismo dificultam o trabalho com membros das comunidades. Há poucos recursos financeiros. 

Dezesseis comunidades não possuem um local adequado para suas reuniões e precisam de apoio para construir seus templos. As comunidades de Yabi em Kabinda, Cazombo, Kahama, Humbe e Antioquia são as que mais sofrem com a falta de um espaço adequado. 

O templo de Kuwelai foi construído com auxílio de ofertas já realizadas. Os tijolos de cimento do templo foram fabricados pelos membros da Comunidade. 

A construção de templos é uma das prioridades para as quais se dirigem as ofertas. A outra prioridade está na área da saúde.  As comunidades necessitam de ajuda para a "Obra Médica", que é composta por duas clínicas e quatro postos de saúde. 

A clínica em Lubango não consegue atender pacientes, porque faltam meios financeiros para adquirir o essencial: colchões, roupa de cama, aparelhos para exames, instrumentos para o laboratório e material hospitalar descartável. 

Na clínica de Tyavikwa, que fica a 80 km de outros postos de saúde, trabalha uma única enfermeira. Queremos contribuir para suprir esta clínica com medicamentos que estão em constante falta.

Com os recursos doados pelo Sínodo Rio dos Sinos, foram levantadas as paredes para a ampliação do laboratório, as paredes de 3 quartos para enfermeiros e uma salinha para triagem.

A obra precisa, agora, de aberturas, de estrutura para rede elétrica e hidráulica e o resto da cobertura.

Um cofre de madeira – gazofilácio - em forma de casinha, encontra-se em cada Comunidade do Sínodo Rio dos Sinos. Nele podem ser depositadas as ofertas que auxiliarão a Igreja Evangélica Luterana de Angola a cumprir a missão que Deus lhe confia. 

A ponte entre o nosso Sínodo e a IELA existe. Vamos usá-la e mandar mais ajuda para a clínica em Lubango!

Seja um agente da "Missão Angola"! Divulgue e motive pessoas e empresas a contribuir para essa missão!





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