Após a Ressurreição, Jesus permaneceu ainda por 40 dias fisicamente junto ou próximo a seus discípulos. Embora afirmasse que sempre estaria com eles até a consumação do século (Mt 28.20b), Jesus se ausentou deles, indo para junto do Pai. Sentado à direita do Pai, ele continuava com seus discípulos e com todos e todas que se juntavam a eles e elas na fé, no amor e na esperança.

Para que não ficassem demasiadamente tristes com sua ausência, ele lhes prometeu que enviaria um Consolador, o Espírito da verdade, que os guiaria a toda a verdade (João 16).

Como um rei ascende – sobe – ao trono, Jesus ascendeu ao céu, tornando- se Rei e Senhor sobre céus e terra. Porque ele se esvaziara, assumindo a forma de servo, porque ele se humilhara, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz, Deus agora o exaltava sobremaneira e lhe dava “o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2.9-11).

Por isso, seguidamente antamos em nossos cultos:

“Jesus Cristo é Rei e Senhor, seu é o reino e o louvor, é Senhor somente, hoje e eternamente.

Ao chegar o dia final para este mundo com seu mal, nós, aos pés de Cristo, confessaremos isto:

Jesus Cristo é Rei e Senhor, seu é o reino e o louvor, é Senhor somente, hoje e eternamente.” (HPD 95/LCI 519)


P. Dr. Carlos Arthur Dreher - Pastor aposentado da IECLB



Arquivo: 5118.pdf

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