"As palavras bondosas são como o mel: doces para o paladar e boas para a saúde".


Antes de qualquer referência a esta tão preciosa palavra de Provérbios, quero lembrar que o mundo e o universo inteiro vieram a existir pelo poder das palavras de Deus; portanto, palavra tem poder tanto para o bem como para o mal.

O primeiro capítulo do Gênesis mostra isso de maneira muito clara. “E disse Deus: Haja… E houve… E viu Deus que era bom…”.

Sem sombra de dúvidas, as palavras têm uma enorme participação no processo de criação, mas também no processo de comunicação. O que difere o ser humano das outras espécies, no entanto, é a capacidade de usar palavras, de falar, de pensar, de comunicar.

A capacidade de falar é um dom que nos foi dado por Deus, o dador de “toda boa dádiva e de todo dom perfeito”. (Tiago 1.17) Esse dom, que distingue os humanos dos animais, nos permite expressar nossos pensamentos e sentimentos. Por isso precisamos tomar muito cuidado com o uso de nossas palavras para não desapontarmos a Deus, o nosso Criador.

Para permanecermos no amor de Deus, precisamos usar o dom da fala assim como nosso Criador pretendia originalmente. Deus deixa bem claro qual o tipo de linguagem que agrada a Ele. Sua Palavra diz: “Não saia da boca de vocês nenhuma palavra torpe, mas somente o que for bom para a edificação, conforme a necessidade, para transmitir aos ouvintes o que é bom.” (Efésios 4.29) Vamos considerar por que precisamos controlar a língua, que tipo de linguagem devemos evitar e como podemos falar o que ‘é bom para a edificação’.

Por isso, a maneira como vivemos talvez precise ser mudada, as palavras que falamos talvez precisem ser mudadas e a forma de vermos a vida talvez precise ser mudada. E o que precisamos lembrar aqui é que as palavras de Deus são sempre palavras suaves, que são como favos de mel e que podem adoçar a alma e dar saúde para os ossos.

Se nossas palavras forem boas, se o nosso padrão for o mesmo que o de Deus, ele despertará nas pessoas alegria e boa saúde.

É muito bom quando temos a oportunidade de conviver com pessoas que exalam o perfume de Cristo, pessoas que revelam por meio de suas palavras e atitudes o caráter de Jesus. Podemos imitá-las, pois são verdadeiros exemplos de vida.

Uma palavra dita no tempo certo é como um bálsamo que faz bem ao corpo e à alma.  Quando estamos tristes e alguém nos fala palavras agradáveis e de sabedoria, somos restaurados e animados.

O contrário também acontece: quando estamos na companhia de pessoas que falam palavras desagradáveis e que têm atitudes grosseiras, nos sentimos incomodados e, infelizmente, logo, logo, estaremos usando o mesmo repertório de palavras. E algumas palavras são tão perigosas que são capazes de fazer adoecer corações e comprometer o futuro de muitas pessoas. Há muito poder naquilo que falamos (Provérbios 18. 21); por isso devemos usar nossas palavras para abençoar, edificar e motivar as pessoas. Precisamos estar cheios do Espirito Santo de Deus e de suas palavras, pois a nossa boca fala do que está cheio o nosso coração (Mateus 12. 34).

Assim como gostamos de ouvir palavras agradáveis, também devemos oferecê-las às pessoas que convivem conosco. Que a nossa oração de hoje seja a mesma do rei Davi: “Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a tua presença, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador!” (Salmos 19. 14).

Que nossas palavras sejam sempre bondosas, doces ao paladar e boas para a saúde daqueles que estão a nossa volta!


P. Dirceu Griggio

Comunidade Primavera/NH


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