Falando da morte que é vida...

Estamos sempre falando da vida! Encontrar tempo para falar da morte já é bem mais complicado, mas pode ser bem interessante refletir sobre nossa finitude, pensar no sofrimento enfrentado pela perda de alguém querido, olhar de outra maneira nossas perdas, nossos lutos...

No dia 26 de junho, o grupo que está participando do Curso “Vida no Limiar da Morte” esteve reunido na sede do Sínodo Rio dos Sinos para mais um momento de reflexão e aprendizado. Com a ajuda dos assessores e da coordenação do curso, envolveu-se com esta temática.

Na parte da manhã, o P. Dr. Daniel Hoepfner trabalhou as fases psicológicas diante da morte. Segundo a Psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross, estas fases são: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Já que um dos objetivos do curso é aprender a utilizar cada uma destas etapas a favor do cuidado e do acompanhamento de pessoas e famílias diante da morte, o grupo foi instigado a manifestar suas vivências com perdas e sofrimentos.

Na parte da tarde, a Diácona e Assistente Social Vera Nunes continuou no estudo do tema, levando o grupo a uma atividade prática sobre a metáfora da borboleta e do casulo, usada pela mesma autora (Kübler-Ross) para falar da morte. Enquanto os grupos conversavam sobre como estas fases nos encontram no dia a dia, nos relacionamentos, na família e no emprego - e como reagimos a elas - foram confeccionadas borboletas, além de um casulo de feltro.

De acordo com a autora, a morte física é comparável a uma borboleta que abandona o casulo. Nosso corpo seria apenas uma morada transitória.

Criou-se ainda um espaço para falar dos desafios que as Comunidades enfrentam nesta missão de cuidar e acompanhar famílias e pessoas enlutadas, e sobre a missão de ser uma Comunidade que cuida.

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