Mensagens

Senhas diárias:

20 de Julho de 2018

Zacarias 13.9 – Estes que sobrarem eu farei passar pelo fogo. Eu os purificarei como se purifica a prata e os refinarei como se refina o ouro. Aí eles orarão a mim, e eu os atenderei.

Romanos 5.3-4 – O apóstolo Paulo escreve: Nós nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança.

Lucas 22.14-20 * João 6.16-21


Lema do mês:

Julho de 2018

Oseias 10.12 – Preparem os campos para a lavoura, semeiem a justiça e colham as bênçãos que o amor produzirá. Pois já é tempo de vocês se voltarem para mim, o Senhor, e eu farei chover sobre vocês a chuva da salvação.


Meditação do mês:

Julho de 2018

 

Preparem os campos para a lavoura, semeiem a justiça e colham as bênçãos que o amor produzirá, pois já é tempo de vocês se voltarem para mim, o Senhor, e eu farei chover sobre vocês a chuva da salvação.

                                                                                                                         Oseias 10:12


            Oseias foi profeta de Deus no ano 715 a.C.  Sua mensagem foi dirigida a Israel, o reino do norte. O país passava por um período de instabilidade, pois, após a morte do Rei Jeroboão, Israel teve seis reis em pouco mais de 20 anos.

            O livro de Oseias trata de grandes temas como amor, relacionamento de aliança entre Deus e seu povo, juízo e esperança. A infidelidade de Israel não impediu o amor de Deus, e Ele não esqueceu a sua aliança. Oseias aprendeu sobre isso por meio de uma amarga experiência pessoal, quando sua esposa o traiu e abandonou. Aprendeu o que significa amar alguém que não é fiel.

            O povo de Israel mostrava grande religiosidade externamente, mas seu coração estava longe de Deus. Agora estavam colhendo o que haviam plantado há muito tempo. Festas idólatras e cheias de excessos eram comuns e faziam tropeçar os líderes de Israel. Israel multiplicou seus pecados, seu coração era falso e não temia a Deus.  Pecou e permaneceu no pecado.

Impossível não comparar aquele quadro com o dos dias atuais. Prostituição, guerra, corrupção, religiosidade exterior, coração duro, infidelidade. Mas Deus promete bênção.

Que preciosa palavra para nossos dias! Palavra de esperança: Podemos preparar os campos e semear. Semear a justiça, o amor, o bem, e tudo aquilo de que precisamos. Está em nossas mãos decidir o que vamos colher. Não poderemos culpar a ninguém se não colhermos bênçãos.

            E bênçãos é o que Deus nos promete. No entanto, Ele nos faz uma advertência: é hora de voltarmos para Ele. Isso significa que estamos longe? Afastados? Indiferentes?

            Assim como Israel, muitos estão longe do Senhor e precisam voltar para Ele. Ele nos chama e promete que sobre nós cairá a chuva da salvação.

            Um povo que está seco, sem vida, afastado da fonte da vida, recebe uma promessa: chuva de salvação. Quem já experimentou um período de seca sabe o que significa receber a chuva. É uma sensação de frescor, de renovação.

            Que mensagem maravilhosa temos para entregar! Quantos estão sem esperança nestes dias de crise, vivendo períodos de sequidão espiritual? Está ao nosso alcance anunciar a chegada das chuvas de bênçãos.

            Para podermos anunciar tão animadora mensagem, talvez tenhamos que experimentar situações amargas como a de Oseias, mas a mensagem é doce e poderosa. Assim como capacitou a Oseias, Deus também nos capacitará.

 

                                                                                                                            Missionária Ivone Osterberg

                                                                                                                                      Novo Hamburgo


Palavra do Pastor Sinodal:

Comunidades evangelizadoras
5 de Julho de 2018

Há um tema que nós precisamos tratar com muito carinho e cuidado nos próximos dias, meses e anos: Evangelização. Este pequeno espaço não é suficiente para tratar de um tema tão complexo e vital para o nosso Sínodo. A palavra “evangelização” desperta muitos jeitos de interpretar e de pensar essa tarefa dada por Jesus aos que nele creem. Pode parecer simples, mas não é. Por isso, quero trazer uma pequena contribuição a partir de um texto daquele que, na minha visão, foi o maior evangelista de todos os tempos, o apóstolo Paulo.

O apóstolo Paulo compreendeu que a Lei não era mais o único caminho para a salvação. A fé em Jesus Cristo é o novo jeito de encontrá-la. Não se trata de mérito humano, mas graça de Deus.  Para Paulo, a boa notícia é a libertação do esforço humano de cumprir a Lei para encontrar a salvação diante de Deus.  Em Romanos, no capítulo 10, ele deixa claro que “Se você disser com a sua boca: Jesus é o Senhor e no seu coração crer que Deus ressuscitou Jesus, você será salvo.” (Romanos 10.9) Quem confessar Jesus como Senhor encontra a salvação.

O apóstolo Paulo faz uma série de perguntas no versículo 14 de Romanos 10: “...E como poderão crer se não ouvirem a mensagem? E como poderão ouvir, se a mensagem não for anunciada? E como é que a mensagem será anunciada, se não forem enviados mensageiros?”

As perguntas feitas pelo apóstolo Paulo precisam ser feitas a nós neste tempo. E, talvez, possamos acrescentar mais algumas perguntas. Como as pessoas ouvirão o Evangelho no meio da confusão de anúncios religiosos? Qual o veículo de comunicação que devemos usar? Como desempenharemos a tarefa dada por Jesus de fazer discípulos, batizar e ensinar tudo o que ele ordenou? Que modelo de evangelização será eficiente? Que tipo de mensageiros serão enviados? Precisamos de evangelistas especialistas?

Penso que as respostas para as questões levantadas estão na comunidade cristã. As comunidades do nosso Sínodo, no meio urbano, estão cercadas de pessoas precisando ouvir o Evangelho. As nossas comunidades estão inseridas num contexto de pessoas sofridas, sem esperança, desempregadas, violentadas na sua humanidade e tantas outras situações que fazem parte do seu cotidiano. O pecado humano segue fazendo vítimas todos os dias. Pessoas estão aprisionadas em formas de vida que levam à morte.

Diante do contexto de sofrimento é preciso buscar uma nova realidade comunitária. O próprio apóstolo Paulo diz em Romanos 10.11-12: “Porque as Escrituras Sagradas dizem: Quem crer nele não ficará desiludido. Isso vale para todos, pois não existe nenhuma diferença entre judeus e não judeus. Deus é o mesmo Senhor de todos e abençoa generosamente todos os que pedem ajuda.” No dizer do apóstolo, se as pessoas crerem, a desilusão vai embora e a igualdade se torna realidade. Mas muito mais surge do Evangelho: Vida digna, esperança, comprometimento com o próximo, comunhão, partilha, compromisso com a criação de Deus, misericórdia...

Penso que as nossas comunidades têm como tarefa principal pensar, estudar, organizar-se e gastar muita energia para encontrar caminhos para uma evangelização comunitária permanente de si mesma e do seu entorno. As pessoas precisam ouvir a mensagem para que, ouvindo, creiam. Quem anunciará a mensagem?  A comunidade que viver a plenitude do compromisso com o Evangelho, de modo que o seu testemunho fale tão alto que possa ser ouvido além dos seus muros, paredes e limites humanos. Essa deve ser a nossa busca, o nosso horizonte, pois a vivência do Evangelho traz vida, e vida em abundância.

 

                                                                                                                          P. Carlos Eduardo Müller Bock

                                                                                                                                 Vice-Pastor Sinodal

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