Mensagens

Senhas diárias:

15 de Dez. de 2018

Salmo 55.16 – Eu chamo a Deus, o Senhor, pedindo ajuda, e ele me salva.

João 16.23 – Jesus Cristo diz: Se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará.

1 Tessalonicenses 4.13-18 * Isaías 28.14-22


Lema do mês:

Novembro de 2018

Mateus 2.10 – Quando viram a estrela, eles ficaram muito alegres e felizes.


Meditação do mês:

Novembro de 2018

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo” (Apocalipse 21.2). 

Você tem esperança?

Esperança é a expectativa de que algo bom vai acontecer. A esperança está ligada à fé, porque a pessoa com esperança acredita em uma coisa que ainda não vê, que está no futuro. Se alguém está doente, tem a esperança de ser curado. Se está com problemas familiares, fará de tudo para reconciliar-se com a família. Se uma pessoa está desempregada, tem a esperança de uma nova oportunidade de emprego.

Quando passamos por dificuldades, temos a esperança de que não vai ser sempre assim, de Deus vai nos livrar. E no fim temos a esperança de viver para sempre com Deus, sem mais sofrimento nem tristeza.

Quando oramos, renovamos a fé e a esperança, confiamos em que Deus inclina seus ouvidos e, no seu tempo, fará justiça e transformará qualquer tipo de situação que gera sofrimento.

João, embora estivesse preso e exilado em uma ilha, tinha a esperança e a confiança nas promessas de nosso bondoso Deus. Na prisão e no exílio escreve e tem visões.

O cenário é a promessa e a esperança de todas as pessoas cristãs: a vida eterna em um ambiente perfeito, o qual se tornou possível graças ao poder redentor, restaurador e reconciliador de Jesus Cristo.

O novo céu e a nova terra são as perspectivas finais do grande plano de Deus para o Novo Éden. João enfoca a esperança de concretização do novo céu, da nova terra, da alegria e da festa, bem como a superação da dor e da injustiça social. O Éden será totalmente novo e restaurado, como foi criado originalmente, e a Terra será refeita. O mais extraordinário disso é que Deus estará conosco eternamente. A promessa mais reconfortante é que todas as lágrimas serão enxugadas, e o pecado e a morte não mais existirão.

Humanamente é impossível compreender como isso será feito. Apenas aceitamos pela fé que Deus, que é o princípio e o fim, que é eterno, tem o poder de realizar tudo aquilo que é necessário para devolver o Universo ao seu estado perfeito. Acreditamos, como professamos no Credo Apostólico, em um futuro próximo, quando Cristo vier, e que a tristeza e a injustiça serão exterminadas para sempre. Todas as dificuldades acabarão, e não haverá mais doença nem morte. É somente por meio da graça de Jesus Cristo nosso Salvador que teremos acesso à Nova Jerusalém.

Podemos ficar esperançosos e animados a respeito dos planos eternos de Deus para nós, já que um dia estaremos eternamente em sua presença. Assim como João aprendeu, escreveu e confiou em que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou situação, pois ele estava isolado numa ilha e preso. Ele conheceu quão preciosa era a comunhão que ele e outras pessoas haviam partilhado com Jesus. Assim nós em nosso tempo aguardamos as promessas de Deus e nelas confiamos, enchendo nosso coração de alegria, ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Assim cantamos e oramos em nossos lares e comunidades. 

 “Quando o Espírito de Deus soprou, o mundo inteiro se iluminou.
A esperança deste chão brotou e um povo novo deu-se as mãos e caminhou. Lutar e crer, vencer a dor, louvar ao Criador. Justiça e paz hão de reinar, e viva o amor”.

Jaqueline Piazza

Pastora Voluntária


Palavra do Pastor Sinodal:

Tudo é escolha
5 de Nov. de 2018

 

Não há dúvidas de que estamos vivendo tempos de supremacia do individualismo sobre o modelo de vida comunitário.  Há pais que deixam para as crianças escolherem a religião que querem seguir no futuro. O time de futebol, não! Esse os pais disputam desde antes do nascimento, e as crianças são obrigadas a assumir a sua escolha feita pelos adultos. O individualismo  é a consequência das escolhas que a humanidade fez.

O tempo passa muito rápido. Logo estaremos num novo Ano Eclesiástico, celebrando o período de Advento. E, sem nos darmos conta, já estaremos comemorando novamente o Natal. Em Jesus, Deus diz como quer que se desenrole a nossa vida. Jesus é o nosso maior exemplo de trabalho em equipe, de coletivo, de comunidade. Ele nasceu em uma manjedoura, em Belém, mas não estava só... Lá estavam Maria e José, os animais, muitos anjos cantando Glórias, os pastores de ovelhas, os reis do Oriente... Quando iniciou sua missão, escolheu a sua equipe entre aqueles que, aos olhos da sociedade da época, eram os menos capazes, e os capacitou. Nas poucas vezes em que ele esteve só depois de chamar seus discípulos, foi para estar com o Pai em oração. Seus ensinamentos falam de amar ao próximo, cuidar dos doentes, dos aflitos, daqueles que estão sós... Jesus é nosso exemplo de vida comunitária: pescava junto, celebrava bodas junto, viajava junto, pregava junto, ceava comunitariamente... E, quando ensinava, ensinava por parábolas, histórias que congregavam, que faziam pensar, que desafiavam para a vida em grupo.

A questão fundamental é como transmitir os valores comunitários, que são fundantes da nossa fé e do nosso jeito de ser igreja de Jesus Cristo no Brasil, para meninos e meninas marcadas pelo individualismo, com soluções prontas na palma da mão?

Há testemunho de pais que têm conseguido propor aos seus filhos e filhas brincadeiras antigas. Brincadeiras que a gente brinca em conjunto. Pais têm feito passeios ao ar livre e têm dado tempo para brincadeiras com as crianças como se crianças também fossem.  Esse jeito de brincar junto, com riso, afeto, toque e trocas de sensibilidades, é desejado ardentemente pelos mais novos. Inclusive muitos adolescentes largam os celulares e aderem a propostas interessantes que incluem partilha, solidariedade, amizade, convivência familiar e comunitária.

Onde está o problema? É certo que a moda e a forma de consumir os bens produzidos na sociedade levam ao individualismo. Mas essa é uma realidade que pode ser mudada. A maior parte do problema está nos adultos desatentos, individualistas e egoístas que não largam os celulares e o seu modo individualista de viver. Muitos desses adultos querem que os pequenos, mais curiosos do que eles, larguem os celulares e os eletrônicos. Como diz uma frase que roda na internet atribuída a Albert Einstein: “Insanidade é fazer as coisas sempre do mesmo jeito, esperando resultados diferentes.” Há sinais de esperança, mas temos que nos deixar tocar pelo ensino de Jesus.

Mudar, a partir de nós mesmos, é dar uma chance e uma esperança às nossas crianças e aos nossos jovens. Menos brinquedos, mais brincadeiras, menos individualismo, mais comunidade. Escolher um jeito afetivo e comunitário de viver, isso nos aproxima e nos faz descobrir que juntos somos mais plenos e próximos de Deus, o Pai.

Carlos E. M. Bock

Vice Pastor Sinodal

IECLB

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