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Senhas diárias:

19 de Abril de 2018

Isaías 31.5 – Como uma ave fica voando por cima do seu ninho para protegê-lo, assim eu, o Senhor Todo-Poderoso, protegerei Jerusalém; eu salvarei a cidade e livrarei o meu povo.

2 Timóteo 2.19 – O firme alicerce que Deus colocou não pode ser abalado, e sobre esse alicerce estão escritas estas palavras: “O Senhor conhece as pessoas que são dele”.

Efésios 4.(8-10)11-16 * Efésios 4.17-24

 


Lema do mês:

Abril de 2018

João 20.21 – Jesus Cristo diz: – Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.


Meditação do mês:

Abril de 2018

Transmitindo ao mundo a sua paz

Novamente Jesus disse: "Paz seja com vocês!

Assim como o Pai me enviou, eu os envio".

João 20.21

Injustiça, preconceito, racismo, violência, covardia, corrupção... Essas e outras coisas podem tirar a sua paz? Ao perder a paz, outros sentimentos afloram? Talvez a dor, a tristeza, a vergonha ou o medo? Os discípulos viveram situações semelhantes ao aprender com seu Mestre Jesus. “Paz seja com vocês!” (João 20.21a). Jesus diz isso aos discípulos para tirar-lhes o medo, para prender a sua atenção, para acalmar as suas consciências, e com a visão para a paz do Evangelho, Ele estava prestes a enviá-los.

Atualmente, você que é uma pessoa cristã é, sim (!), um discípulo ou discípula de Jesus. Em meio a um mundo cada vez mais bagunçado, todos nós precisamos de paz. Jesus nos dá a Sua paz! E mais: Jesus abençoa e envia você para espalhar essa paz entre as pessoas com quem você convive.

Exemplos específicos daquilo que significa amor aos outros, bem como de espalhar a paz, não faltam na vida nem nos ensinos de Cristo. As curas que Jesus realizou aos mancos, aos leprosos e aos cegos ilustram sua própria solicitude, e sua história acerca do bom samaritano demonstra o amor que todos os homens devem ter para com os outros (Lucas 10.30). Ele, Cristo, o Salvador, o Senhor, tem toda a autoridade (Mateus 28.18) para nos enviar, pois deu a nós o seu exemplo.

“Assim como o Pai me enviou, eu os envio” (João 20.21b). É uma honra ser uma pessoa enviada por Jesus. Entretanto, com isso somos responsáveis por cumprir a ordem dada também por Jesus (Mateus 28.19-20).

Os discípulos foram enviados, e agora nós somos as pessoas enviadas por Jesus para continuar a obra dele. Como fazer isso? Espalhando a verdadeira paz com atos de empatia, justiça, honestidade, carinho e amor: alcançando a mão ao próximo; levando uma palavra de conforto; dando um abraço carinhoso; abrindo um sorriso no rosto; ouvindo uma pessoa que precisa de atenção; estando atento às reais necessidades do próximo.

Não se deixe dominar pelos sentimentos que surgem para tirar a sua paz: tristeza, vergonha, medo, angústia. Nada disso pode separar-nos do amor de Deus (Romanos 8.38-39). É importante lembrar da Palavra de Jesus: “Paz seja com vocês!” (João 20.21a). Assim ele animou, abençoou e enviou os seus discípulos e agora nos anima, abençoa e envia com sua paz hoje e sempre.

Sejamos fiéis discípulos e discípulas de Jesus, transmitindo ao mundo a sua paz!

Pastor Timóteo Seixas dos Santos


Palavra do Pastor Sinodal:

Altar – Deus vem a nós
6 de Abril de 2018

 

Nessa edição de Páscoa, quero meditar sobre o altar que temos em nossas igrejas. O altar nos remete, de muitas formas, à morte de Jesus e à sua ressurreição.

Em tempos bem antigos, também na história do povo de Israel, os altares existiam antes das casas de oração. Em momentos marcantes de sua vida, as pessoas ofereciam sacrifícios, que eram colocados sobre um altar: por ocasião do nascimento de uma criança ou de um casamento, quando um acordo era firmado ou um negócio era fechado, quando se recebia uma visita importante, também no início de uma guerra. Nessas ocasiões, animais eram sacrificados sobre um altar.

Sacrifícios eram colocados e queimados sobre o altar, às vezes para agradecer a Deus. Também para pedir a Deus determinados favores e fazer promessas. Vejam o voto feito por Jacó, quando teve um sonho em que Deus lhe prometia terra e uma grande descendência. Jacó falou: “Se Deus for comigo e me guardar... e me der pão para comer e roupa para vestir... então o Senhor será o meu Deus e a pedra que erigi por coluna será a casa de Deus; e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo” (Gênesis 28.20-22).

Em suma: o altar era um lugar ao qual as pessoas se dirigiam para pedir, agradecer, firmar uma aliança ou um pacto, estabelecer um compromisso com Deus.

A igreja cristã deu um novo significado ao altar com seus sacrifícios.

A morte de Jesus é vista como o maior de todos os sacrifícios. O apóstolo Paulo escreve na Carta aos Coríntios: “Andai em amor, como também Cristo nos amou, e se entregou a si mesmo por nós como oferta e sacrifício a Deus” (5.2).

A morte de Jesus estabelece uma nova aliança entre Deus e o mundo, entre Deus e a humanidade, entre Deus e nós. Não precisamos mais trazer sacrifícios a Deus com a intenção de lhe pedir favores nem para comprar o amor de Deus ou para pressioná-lo a nos dar tudo o que pedimos.

É Deus quem chega a nós na pessoa de Jesus por amor. Nós chegamos ao altar e depositamos sobre ele os nossos pecados. E, se os confessarmos de coração arrependido, sairemos do altar com o perdão. Sabendo-nos amados por Deus, agimos sim. Mas agimos movidos pela gratidão por esse tão grande amor de Deus que nos envolve. Tudo isso graças ao sacrifício de Jesus – que é o Cordeiro de Deus.

Desse amor de Deus e da morte de Jesus em nosso favor também nos fala tudo o que está sobre o altar.

Por isso, quando você chegar a uma igreja para um culto, recomendo que venha um tempo antes. Sente-se. E em silêncio observe. Você perceberá que na igreja tudo fala, tudo comunica. A pregação da Palavra de Deus já está presente bem antes de iniciarmos o culto, muito antes de a primeira palavra ser pronunciada.

Observe as flores. Cortadas de suas plantas e colocadas num vaso, as flores estão a caminho da morte. Mesmo assim, transmitem alegria, cor, perfume, beleza. Apontam para a morte de Cristo. Querem animar-nos para que também irradiemos alegria, cor, perfume, beleza através de nossa vida.

As velas sobre o altar ensinam-nos tantas lições! Uma vela na igreja não pode servir só para enfeite. O mesmo vale para uma pessoa cristã. À medida que queima, a vela vai sendo consumida, mas irradia calor e luz. Assim viveu Jesus: deu a sua vida para que as outras pessoas tivessem luz para o seu caminho, calor em suas relações, uma vida com sentido. Deu a sua vida por nós!

A cruz sobre o altar dá o mais claro testemunho da morte de Jesus. Se nela está o corpo de Jesus, vemos que o seu morrer não foi fácil, como não é fácil o nosso morrer. Se a cruz estiver vazia, então ela testemunha nossa fé na ressurreição. O crucificado não permaneceu na cruz nem no túmulo, que também está vazio. O ressuscitado está entre nós.

Tudo o que está sobre o altar tem uma mensagem a comunicar. Fala do amor de Deus e aproxima-nos dele. Fortalece a nossa fé.

O altar não é uma mesa qualquer. Remete-nos à última ceia que Jesus teve com seus discípulos. Sobre o altar estão o pão e o vinho, quando celebramos a Ceia do Senhor. Na Ceia, o altar é lugar da reconciliação de Deus conosco – de nós com Deus – e de nós entre nós.

Sigamos a palavra de Deus, dita pelo profeta Oseias: “Eu quero que vocês me amem e não que me ofereçam sacrifícios; em vez de me trazer ofertas queimadas, eu prefiro que o meu povo me obedeça” (6.6).

Desejo que encontremos sempre nos carinhosos espaços que edificamos como igreja, nos altares dos quais nos aproximamos, uma resposta para nossas orações, abraços para nos aproximar em nossa vida comunitária, motivos para cantar glória a Deus e estímulo para ir em direção a outras pessoas com sinais de paz.


Edson Edilio Streck

 Pastor Sinodal

IECLB

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